Eu poderia lhe dizer o célebre “eu te amo” e acabar com toda essa brincadeira de nós dois. Adimitira que não é tão estranho assim o “nós”. Mas não sei o que acontece.
Entre bolinhas coloridas e sinais me pego pensando em você.
Não faço questão de falar nada quando estou ao seu lado. “Nada” já é o bastante na sua presença.
Suas caras sempre colocam um, extremamente, abobado sorriso em meu rosto.
Você faria meu mundo derreter igualzinho aquele sorvete de pistache naquela tarde, se eu conseguisse soltar meu coração da razão que eu mesma o prendi. Ou tentei…